Persitência
No amplo mundo dos esportes, ser vitorioso, teoricamente, é ser alguém disposto a praticar determinado esporte colocando como objetivo principal o “competir” sendo o “vencer” apenas um resultado do trabalho individual ou em grupo.
Eu, particularmente, acho isso uma bobagem, porque na pratica todos jogam para ganhar e dizer que competir é o importante é apenas uma desculpa para quem perdeu dizer que a vitória não é o principal (sim, agora pode dizer que eu sou uma pessoa má, que não entende o que o esporte realmente é.... mas no fundo essa é a verdade- pelo menos para mim). Bom, se bem que isso não vem ao caso no texto que estou escrevendo.
Mesmo sendo um individuo sedentário (mas pelo menos tento fazer algum esporte, quando o meu tempo me permite – leia-se tempo como preguiça), admiro no esporte o trabalho que certos atletas fazem para conseguir praticar (pelo amor ou pelo dinheiro, no caso que irei citar acho que mais pelo amor mesmo) o esporte que gosta, mesmo sem condições físicas, e porque não morais para seguir atrás de seus sonhos.
Desses atletas, eu citaria um que em minha opinião é um exemplo de persistência. O nome do individuo é Og de Souza, brasileiro e skatista profissional. Por ter poliomielite na infância, teve que amputar suas pernas.
Em um mundo em que todos são iguais-na teoria, e nem sempre na pratica-Og prova aqueles que acham impossível praticar um esporte onde as pernas são quase que essenciais que mesmo não tendo esses membros ele pode andar (muito melhor que muita gente) apenas com as mãos.
Confesso que na primeira vez que vi ele andando de skate fiquei impressionado (e de fato, é impressionante). Alias, ai vai um vídeo dele.
Og é um exemplo de que correr atrás dos sonhos, independente de condição física monetária ou o que for, é sempre importante. Esse sonho não necessariamente deve ser dentro do esporte, mas em qualquer coisa que você quer fazer na vida.


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