terça-feira, 30 de setembro de 2008

Minha querida geração

O vídeo “"O mundo de Rafinha", entre outros assuntos, enfatiza o modo como a tecnologia nos dias atuais influência e cerca o mundo dos “jovens da nova geração”, como vimos com o personagem que encabeça o título do vídeo.
Na minha humilde e singela opinião, colocar em paralelo, mesmo que seja nas entrelinhas, a dita “nova geração” com a “velha geração” já passa de um tema ultrapassado e que por si só já não deveria nem ser discutido, pela obviedade do assunto em questão.
Se hoje em dia ouvimos palavras como “no meu tempo não era assim”, “saudade dos velhos tempos”, percebemos que os indivíduos que proferem tais, diga-se de passagem, besteiras, não se dão conta de que o mundo em que vivemos nada mais é do que uma conseqüência do trabalho que eles fizeram. Se hoje vivemos cercados por computadores, Ipods, e qualquer outra tecnologia, tudo isso é o resultado da passagem do tempo, não se pode viver do passado, não devemos nos prender no presentes, mas nem por isso temos que viver olhando para o futuro.
E hoje em dia, tais novas tecnologias não se restringem apenas a classe A, B, ou C. É obvio que não se pode generalizar, mais é visível que essas inovações tecnológicas estão com todos. É andar na rua para ver alguém com seu fone de ouvido, ligando do seu celular recém comprado ou tirando fotos com sua nova câmera digital.
O que eu quero dizer é que viver em meio a tanta tecnologia é de longe um problema. “Malditos” são os “saudosistas” que ficam vangloriando um passado (que de longe é melhor que os tempos em que vivemos), e que tem a audácia de dizer que nós somos a “geração perdida”.

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